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Mãe do Rio: I Seminário de 18 de maio

A escolha desta data é em memória do “Caso Araceli”, um crime que chocou o país na época. Araceli Crespo era uma menina de apenas 8 anos de idade, que foi violada e violentamente assassinada em 18 de maio de 1973. Este crime, apesar de hediondo, ainda segue impune. A escolha desta data é em memória do “Caso Araceli”, um crime que chocou o país na época. Araceli Crespo era uma menina de apenas 8 anos de idade, que foi violada e violentamente assassinada em 18 de maio de 1973. Este crime, apesar de hediondo, ainda segue impune. Fonte da imagem: Internet/Divulgação

A Paróquia de Francisco de Assis, no município de Mãe do Rio, em parceria com a Prefeitura Municipal e outros órgãos, como o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, iniciaram no dia 19 de abril os preparativos para realizar, no dia 18 de maio, um evento diferente dos anos anteriores. Em 2018 será realizado o I SEMINÁRIO DE 18 DE MAIO: DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. O tema criado para lembrar a data foi: UM DIA É MUITO POUCO PARA COMBATER O ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. MAS SE VOCÊ PARTICIPAR, TORNAREMOS ESSA AÇÃO DIÁRIA.PARTICIPE!

Dessa reunião com os vários órgãos e entidades, resultou o projeto que segue abaixo:

I SEMINÁRIO DE 18 DE MAIO: DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

TEMA:UM DIA É MUITO POUCO PARA COMBATER O ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. MAS SE VOCÊ PARTICIPAR, TORNAREMOS ESSA AÇÃO DIÁRIA.PARTICIPE!

PÚBLICO ALVO: ADOLESCENTE, JOVENS E ADULTOS.

1. JUSTIFICATIVA

Com o objetivo de mobilizar a sociedade e convocá-la para o engajamento contra a violação dos direitos sexuais de crianças e adolescentes, 18 de maio foi estabelecido como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Apenas no ano de 2014 foram registradas 24.575 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes no Brasil. Desses casos, 19.165 foram de abuso e 5.410 de exploração sexual infantil.

A melhor maneira de se combater a violência sexual contra crianças e adolescentes é a prevenção, É necessário um trabalho informativo junto aos pais e responsáveis, a sensibilização da população em geral, e dos profissionais das áreas de educação e jurídica, com a identificação de crianças e adolescentes em situação de risco, e o acompanhamento da vítima e do agressor.

Diante disso, faz necessário a ação proposta para que possamos mobilizar, informar, sensibilizar e alertar a sociedade de um modo geral, para que todos possam ser parceiros nesta causa. O abuso sexual envolve contato sexual entre uma criança ou adolescente e um adulto ou pessoa significativamente mais velha e poderosa. As crianças, pelo seu estágio de desenvolvimento, não são capazes de entender o contato sexual ou resistir a ele, e podem ser psicológica ou socialmente dependentes do ofensor. O abuso acontece quando o adulto utiliza o corpo de uma criança ou adolescente para sua satisfação sexual. Já a exploração sexual é quando se paga para ter sexo com a pessoa de idade inferior a 18 anos. As duas situações são crimes de violência sexual.

Essas violações podem ocorrer fora do ambiente familiar, mas é comum acontecerem no contexto intrafamiliar, o que dificulta o acompanhamento mas não impede que o sistema de garantia de direitos acolha crianças e adolescentes para que não fiquem sujeitas a essas e outras violações. As escolas, o sistema de convivência e fortalecimento de vínculos, especialmente, precisam se comprometer com a proteção das crianças atendidas. E não basta estar com elas, é preciso entendê-las e ouvi-las para que possíveis violências sejam detectadas.

 

2. OBJETIVOS:

2.1 GERAL: Sensibilizar e informar a sociedade sobre as causas e feitos e grupos de risco vulneráveis ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

2.2 ESPECÍFICOS:

  • Disponibilizar a sociedade informações de como agir quando acontecer (amigos, vizinhos, parentes, alunos, filhos, etc.), para tomar medidas necessárias;
  • Características e comportamentos tanto do abusado quanto do agressor;
  • Informar políticas, ou seja, ações, medidas já tomadas para atender vítimas de abusos;
  • Relatar casos ocorridos de acordo com estatísticas Municipais.

 

3. AÇÕES:

1ª ETAPA: CMDA reuniu no dia 19 de abril de 2018 para discutir a ação. Decidiram em comum acordo em apresentar a proposta do seminário, para as autoridades e membros de grupos (religiosos, conselhos, etc.) com intuito de fortalecer a ação.

2ª ETAPA: promover inscrição e material de divulgação do seminário.

Sendo que a proposta é do seminário acontecer em dois dias: 17/05/18 e no dia 18/05/18 acontecesse a passeata, que seria a culminância do seminário nas ruas como de costume. O local: Galpão das Pastorais da Paróquia São Francisco de Assis.

3ª ETAPA: LOGÍSTICA. Alimentação, divulgação, material impresso, blusas, carro som, palestrantes, grupos culturais temáticos, etc.

 

Posterior a realização do evento ainda está prevista uma avaliação para essa mesma equipe que trabalhará na realização do projeto.

Por Diocese de Bragança.

Com informações da Paróquia São Francisco de Assis - Mãe do Rio.

 

 

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