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Trump e kim no confim coreano. Papa: bom exemplo de cultura do encontro

Após o Angelus, o Papa Francisco falou do encontro entre Donald Trump - primeiro presidente dos EUA a entrar na Coreia do Norte - e o mandatário norte-coreano Kim Jong-un em Panmunjon, no confim entre as duas Coreias Após o Angelus, o Papa Francisco falou do encontro entre Donald Trump - primeiro presidente dos EUA a entrar na Coreia do Norte - e o mandatário norte-coreano Kim Jong-un em Panmunjon, no confim entre as duas Coreias Fonte da imagem: Vatican Media

“Um bom exemplo de cultura do encontro”: com essas palavras, o Papa Francisco comentou ao meio-dia deste domingo (30/06), após recitar a oração mariana do Angelus, o encontro ocorrido pela manhã em Panmunjon – localidade construída na linha de demarcação militar estabelecida pelo armistício de 1953 entre a Coreia do Sul e do Norte – entre o presidente estadunidense Donald Trump e seu homólogo norte-coreano Kim Jong-un.

O Pontífice saudou os protagonistas, “com a oração a fim de que tal gesto significativo constitua um passo ulterior no caminho da paz, não somente naquela península, mas em favor do mundo inteiro”.

Proposta de Trump: nos vemos após o G20 do Japão

Proposta pelo presidente Trump, que sábado concluiu o G20 em Osaka, no Japão, os dois líderes se encontraram na linha do 38º paralelo, onde durante a guerra entre 1950 e 1953 morreram muitos coreanos e aliados estadunidenses (os EUA eram aliados da Coreia do Sul e a paz ainda não foi assinada).

Primeiro presidente EUA a entrar na Coreia do Norte

Trump aproximou-se do confim pouco depois das 3h30 do horário de Brasília. “Gostaria que atravessasse?”, perguntou ao líder norte-coreano. “Ele respondeu que se sentiria honrado”, contou depois à imprensa o presidente dos EUA. “A honra é toda minha”, replicou Trump, atravessando sozinho o confim intercoreano – primeiro presidente dos EUA a fazê-lo.

Os dois se saudaram com um aperto de mãos. “É um prazer ver-te novamente”, disse Trump, e o mandatário norte-coreano respondeu dizendo que “jamais esperaria” que teriam podido se encontrar ali em Panmunjon, situada à distância de cerca de 60Km de Seul, capital sul-coreana.

Kim Jong-un entra na Coreia do Sul

Ambos atravessaram o confim e entraram na Coreia do Sul, detendo-se por alguns minutos com a imprensa. “É um gesto que abre um novo futuro”, disse Kim, enquanto Trump frisou “que foi uma honra” ter sido o primeiro presidente EUA a ir à Coreia do Norte. Pouco depois juntou-se a eles o presidente sul-coreano Moon Jae-in.

Após trocar algumas palavras, os três presidentes se dirigiram juntos à Freedom House, no estado sul-coreano, onde Kim e Trump se reuniram num encontro bilateral informal.

3º encontro Trump – Kim Jong-un após Cingapura e Hanói

O encontro bilateral durou cerca de uma hora. Trump convidou o mandatário norte-coreano a Washington, afirma a mídia que acompanha o chefe da Casa Branca. Tratou-se do terceiro encontro entre os dois, após os de Cingapura e Hanói. “Nossa relação é excepcional”, comentou Kim Jong-un, dizendo que o gesto do presidente dos EUA de entrar na Coreia do Norte “foi um ato corajoso e determinado”.

Retomada dos colóquios sobre a desnuclearização da Coreia

Durante o encontro, os dois presidentes estabeleceram a retomada dos colóquios operacionais sobre a desnuclearização da península entre EUA a Coreia do Norte, após o falimento do encontro de cúpula do final de fevereiro em Hanói , no Vietnã.

“Nas próximas semanas designarão uma equipe a fim de que se trabalhe um acordo de amplo alcance. É um grande dia. Depois veremos o que acontece”, disse Trump à mídia, após ter acompanhado o líder Kim Jong-un até a linha de demarcação com o Norte, junto com o presidente sul-coreano.

Sul-coreano Moon: foram muito corajosos

“A um certo ponto durante as negociações” falaremos sobre as sanções, que permanecem atualmente em vigor. Trump estimou “em 2-3 semanas” o reinício das conversações. “A velocidade não é importante, o que importa é se ter um acordo amplo”.

Em coletiva de imprensa conjunta em Seul, o presidente sul-coreano Moon Jae-in louvou os dois líderes “por terem sido assim corajosos” ao aceitar o encontro. “Espero que o presidente Trump entre na história como o presidente que alcançou a paz na península coreana”, disse ele.

Por Alessandro Di Bussolo e Raimundo de Lima

Em Vatican News

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Papa Francesco dopo Angelus su incontro Trump-Kim Jong-un, 2019-06-30 Vatican Media

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