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Cúria Diocesana

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Sétimo domingo do Tempo Comum

"Portanto, sejam perfeitos como é perfeito o Pai de vocês que está no céu". (Evangelho segundo Mateus). "Portanto, sejam perfeitos como é perfeito o Pai de vocês que está no céu". (Evangelho segundo Mateus). Fonte da imagem: https://franciscanos.org.br/vidacrista/wp-content/uploads/2020/02/liturgia_1502.jpg

Os nove degraus da perfeição

Frei Gustavo Medella

Ao comentar o itinerário proposto no Evangelho deste 7º Domingo do Tempo Comum, São João Crisóstomo destaca:

“Observar a que degraus subiu e como nos elevou até o próprio cume da virtude? Quero que o medites, enumerando-os desde o princípio: o primeiro grau é não injuriar [Não enfrenteis quem é malvado]; o segundo, quando injuriados, não nos vingarmos; o terceiro, não aplicar sobre o autor o mesmo castigo com o qual nos fere, mas sim ter mansidão; o quarto, oferecer-se voluntariamente a sofrer injúrias [Se alguém te dá um tapa na face direita, oferece-lhe também a esquerda]; o quinto, oferecer ao injuriador muito mais do que ele exige [Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto! Se alguém te forçar a andar um quilômetro, caminha dois com ele!]; o sexto, não odiar a quem nos faz semelhante injustiça; o sétimo, inclusive amá-lo [Amai os vossos inimigos]; o oitavo, ainda favorecê-lo. Finalmente, o nono: rogar a Deus por ele [Rezai pelo que vos perseguem].” (LECIONÁRIO PATRÍSTICO DOMINICAL. Petrópolis: Vozes, 2013, p. 141).

O caminho proposto é desdobramento da máxima que encontramos no mesmo texto: “Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai Celeste é perfeito” (Mt 5,48) e que também se manifesta na orientação do Livro de Levítico que aparece na Primeira Leitura: “Sede santos porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo” (Lv 19, 2b). Importante destacar que esta não é uma prescrição que Deus oferece por mero capricho, mas Ele se torna o primeiro a abraçá-la na sua integralidade em cada gesto e palavra de Jesus Cristo. A perfeição de Deus não O afasta do ser humano mas assume no Mistério da Encarnação o máximo da empatia.

Trilhar com Jesus esta estrada de desafios exige paciência, generosidade e muita disposição. Com frequência se faz necessário até contrariar instintos muito enraizados em nosso modo de perceber a realidade e administrar os conflitos. O desafio maior está, portanto, em passarmos da admiração à ação, buscando com perseverança galgar os degraus propostos pelo Senhor e descritos por São João Crisóstomo. O mais consolador nesta história é termos a consciência e a certeza de que Aquele que nos propõe este trajeto de subida foi o primeiro a percorrê-lo até as últimas consequências.

 

 

7º Domingo do Tempo Comum, ano A

Reflexões do exegeta Frei Ludovico Garmus

 Oração: “Concedei, ó Deus todo-poderoso, que, procurando conhecer sempre o que é reto, realizemos vossa vontade em nossas palavras e ações”.

  1. Primeira leitura: Lv 19,1-2.17-18

Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

O texto hoje lido faz parte do conjunto de Lv 17–26, chamado “Lei de Santidade”, por repetir diversas vezes a fórmula “sede santos, porque eu, vosso Deus, sou santo”. As leis deste conjunto exigem que o povo de Israel seja santo, isto é, que saiba distinguir entre o sagrado e o profano e observe as leis morais e cultuais em vista de um relacionamento correto com a santidade de Deus. Os v. 1-2 introduzem o chamado “decálogo levítico” (v. 3-18), que insiste na prática da justiça e caridade nas relações sociais. Neste texto tudo se resume no mandamento “amarás teu próximo como a ti mesmo” (v. 18). O amor exigido dirige-se especialmente aos compatriotas israelitas (Lv 19,15-18), mas não exclui o estrangeiro (v. 10). Quem ama o seu próximo é convidado a corrigi-lo quando age mal.

O apelo de Moisés se dirige a toda a comunidade de Israel. É um convite para entrar na esfera do divino: “Sede santos, porque eu o Senhor, vosso Deus, sou santo”. É um convite a imitar a santidade divina. Ensina-nos a agir como Deus age: Deus dá a chuva para bons e maus, justos e injustos, e nos leva a descobrir o próximo até numa pessoa desconhecida, que precisa de nossa ajuda, como Jesus nos ensina na parábola do bom samaritano (Lc 10,23-27). Ensina a amar quem nos calunia ou persegue e exclui o ódio e a vingança. Pois o amor ao próximo como a si mesmo nasce de nossa comum origem em Deus, nosso criador, e no mistério da encarnação. Ser santo como Deus é santo é amar o próximo como a si mesmo.

Salmo responsorial: Sl 102

Bendize, ó minh’alma, ao Senhor,

pois ele é bondoso e compassivo.

  1. Segunda leitura: 1Cor 3,16-23

Não sabeis que sois santuários de Deus

e que o Espírito de Deus mora em vós?…

O santuário de Deus é santo, e vós sois esse santuário.

Depois de descrever como se constrói a Igreja, templo de Deus (3,1-15), Paulo tira as conclusões: A presença do Espírito de Deus torna santa a comunidade eclesial. Também o corpo de cada um dos cristãos é templo do Espírito Santo (1Cor 6,19-20). Onde está Deus, não faz sentido endeusar pessoas, dizendo “eu sou de Paulo, eu sou de Apolo, ou eu sou de Pedro”. Porque todos nós somos de Cristo e Cristo é de Deus. Dividir a comunidade é destruir nossa união com Cristo e com Deus: “Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá” (1Cor 3,17). – Paulo plantou a semente, Apolo e Pedro a regaram e a fizeram crescer. A intenção de cada evangelizador é conduzir todos os fiéis a Cristo Jesus. Paulo se propõe a conduzir todos à sabedoria da cruz de Cristo, que culmina com a sua ressurreição.

Aclamação ao Evangelho

            É perfeito o amor de Deus

            Em quem guarda sua palavra.

 Evangelho: Mt 5,38-48

Amai os vossos inimigos.

 Para enfrentar a lei da vingança, Jesus propõe a não violência. Para quebrar a cadeia da violência, Jesus pede ao cristão que não responda à violência sofrida com nova violência: “Se alguém te dá um tapa na tua face direita, oferece-lhe também a esquerda”. E proclama “bem-aventurados os mansos porque possuirão a terra (Mt 5,5). Propõe estender a mão a quem pede pão ou algo emprestado. O amor ao próximo no Antigo Testamento (1ª leitura) previa o amor ao próximo judeu, mas não ao samaritano, ao estrangeiro ou pagão. Jesus propõe não só amar os inimigos, mas até rezar pelo bem deles. Para Jesus, o amor deve estender-se não só aos do mesmo clã, aos familiares ou amigos. Isso também os pecadores e os pagãos o fazem. Para sermos filhos de Deus, devemos imitar o próprio Deus, amando como Deus ama: ele faz nascer o mesmo sol para bons e maus, faz cair a mesma chuva para justos e ímpios. Devemos ser perfeitos – Lucas diz “misericordiosos” –, como o Pai celeste é perfeito. Jesus, que deu sua vida por nosso amor, é o exemplo desta perfeição do amor sem limites.

 

Vingança nunca; Amor sempre

Frei Clarêncio Neotti

A expressão ‘olho por olho, dente por dente’ é parte da chamada ‘lei do talião’, adotada por Moisés (Êx 21,23-25). Ainda hoje é usada pelos muçulmanos. A lei do talião estabelece que o castigo seja exatamente igual à culpa. No fundo, a lei quer proteger o culpado contra o excesso de vingança do lesado; é, portanto, positiva. Jesus vai bem mais longe: não procurem nenhuma vingança!

“Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo”: muitas vezes no Antigo Testamento se fala do amor ao próximo. Mas quem é o próximo? Apenas os que têm o sangue hebreu e, em certas circunstâncias, os estrangeiros vizinhos a uma casa ou a uma causa judia. Neste último caso, o estrangeiro é ‘próximo’ só para a casa vizinha e já não é mais para as outras casas. Em lugar nenhum do Antigo Testamento se diz que o inimigo deve ser odiado. Mas é ensinamento corrente. Inimigo é toda a pessoa que não observa ou não tenha condições de observar estritamente as leis e os costumes das tradições. Mais vezes, no Evangelho, Jesus toca no assunto ‘próximo’ e ‘amigo/inimigo’. Hoje, manda-nos copiar o comportamento do Pai: se o Pai faz nascer o sol sobre bons e maus (Mt 5,45), por que a criatura humana agiria diferente, querendo o sol só para os bons?

Ocorrem no texto também os cobradores de impostos ou publicanos. No tempo de Jesus, são desprezados até o ódio. Os publicanos unem-se para proteger-se mutuamente. Amam-se por necessidade. Em outras palavras, Jesus diz: vocês, fariseus, comportam-se exatamente como os publicanos. O amor de vocês é classista, é interesseiro. Não é como o amor do Pai do Céu.

A arte do perdão

“Sede perfeitos, como vosso Pai celeste é perfeito”
Mt 5, 48

 O amor ao inimigo não é um ensinamento secundário de Jesus, dirigido a pessoas chamadas à perfeição heroica. Seu chamado quer introduzir na história uma atitude nova diante do inimigo, porque quer eliminar do mundo ódio e a violência destruidora. Quem se assemelha a Deus não alimentará o ódio contra ninguém, buscará o bem de todos, inclusive de seus inimigos.
José  Antonio Pagola

♦ Amar os inimigos! É demais! Muitos de nossos contemporâneos teriam vontade de tirar, de censurar este versículo do texto do Evangelho. Palavras incômodas e abertamente contra o bom senso. Segundo o Sermão da Montanha está abolido o princípio do “olho por olho, dente por dente” e se instaura o tempo do perdão. Tema sempre difícil de ser abordado.

♦ Em nossa vida pessoal, na sociedade e mesmo em nossas comunidades cristãs, por vezes, experimentamos a violência, o mau trato, a traição de nossos próximos, um filho está diante de um pai que matou sua mãe, no momento da partilha dos bens em herança há parentes que se aproveitam da ingenuidade dos outros, assaltos, violência, assédios, chacinas, torturas, campos de concentração, momentos em que somos colocados para trás, difamados… e assim por diante. Como perdoar alguém que violenta sua filha diante de seus olhos?

♦ “Quando Jesus fala de amor ao inimigo, não está pedindo que alimentemos em nós sentimentos de afeto, de simpatia ou de carinho para aquele que nos causam mal. O inimigo continua sendo alguém do qual podemos esperar danos e os sentimentos de nosso coração  dificilmente podem mudar” (Pagola). Nada de ingenuidade. É preciso reagir e precaver-se.

♦ Amar significa não fazer mal, não buscar e nem desejar causar mal. Não é contra o amor a exigência de justiça, inclusive que a pessoa seja retirada da sociedade em casos extremos. Não se deve estranhar se não sintamos amor e afeto por ele. Natural que nos sintamos feridos e humilhados. O que seria contra o ensinamento de Jesus seria alimentar o ódio e a sede de vingança. Coloca-se a urgência que nossas crianças e jovens sejam educados para posturas críticas diante do mal.  Que busquem o diálogo desde pequenos para que nasça na sociedade a cultura do diálogo, do entendimento e da não violência.

♦ Estamos diante da necessidade se esterilizar todo germe de violência. O respeito pela pessoa do inimigo deve levar pessoas e sociedades a não pagar o mal com o mal.  Os homens de boa vontade estamos todos empenhados em construir um mundo de entendimento, de diálogo, de busca de vivência mesmo com situações e pessoas difíceis e que ofendem, roubam, matam, destroem as matas, poluem os rios, trucidam. Ghandi, Martin Luther King e Francisco de Assis foram apóstolos do perdão, da não-violência.  Francisco ao domesticar o lobo de Gubbio que anda escondido dentro de cada um de nós.

♦ Não esquecer que todos precisamos de perdão. Magoamos os outros, fazemos com que sofram, percam oportunidades, sofram com nossas indiferenças.  Se queremos ser perdoados  não se compreende que não demos o perdão. “Todos precisamos de perdão. O perdão instala um corte positivo, interrompe a baba inútil da tristeza, essa maceração que nos faz infelizes e nos leva a esmagar os outros de infelicidade. Tão facilmente ficamos atolados em becos cegos, em círculos sem saída, reféns de uma amargura que cada vez vai sendo mais pesada e contamina inexoravelmente a vida” (Tolentino).

♦ “A pessoa é humana quando o amor está na base de toda sua atuação. E nem sequer a relação com o inimigo deve ser uma exceção. Quem é humano até o fim descobre e respeita a dignidade humana do inimigo por mais desfigurada que possa parecer diante de nossos olhos. Não adota diante dele uma postura excludente de maldição, mas uma atitude realmente por seu bem” (Pagola).

♦ Amando os vossos inimigos “vos tornareis filhos de vosso Pai que está nos céus que faz nascer o sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos”. No alto da cruz Jesus pede ao Pai.  “Perdoai-os porque não sabem o que fazem”.


Texto para reflexão

O ato de perdão é uma declaração unilateral de esperança.  O perdão não é um acordo. Se me que quedo à espera de aquele que me oprimiu venha ao meu encontro arrancar-me da  mágoa, posso esperar sentado. O perdão é esse gesto unilateral que recusa dar voz à vingança e que crê que por detrás daquele que me feriu há ainda um ser humano vulnerável, mas capaz de mudar. Perdoar é crer na possibilidade de transformação, a começar pela minha (Tolentino)


Oração

Senhor Jesus, supre nossas deficiências,
ilumina nosso caminho.
Dá-nos luz para descobrir os obstáculos,
força para superá-los,
audácia para buscar novos caminhos
e fé para saber que existem.
Dá-nos a capacidade de aceitar aqueles que palmilham outras estradas, esperar os que caminham lentamente, apoias os que se cansam, levantar os que caem e compreender os que vão embora.
Assim seres teus companheiros de caminho
e tu caminharás ao nosso lado. Amém.
(Autor anônimo).

 

A não violência

José Antonio Pagola

Nós, cristãos, nem sempre sabemos captar algo que Gandhi descobriu com alegria ao ler o Evangelho: a profunda convicção de Jesus de que só a não violência pode salvar a humanidade. Depois de seu encontro com Jesus, Gandhi escrevia estas palavras: “Lendo toda a história desta vida … me parece que o cristianismo está ainda por realizar … Enquanto não tenhamos arrancado pela raiz a violência da civilização, Cristo ainda não nasceu”.

A vida inteira de Jesus foi um apelo a resolver os problemas da humanidade por caminhos não violentos. A violência sempre tende a destruir; pretende solucionar os problemas da convivência arrasando aquele que considera inimigo, mas não faz senão provocar reação em cadeia que não tem fim.

Jesus convida a “fazer violência à violência” O verdadeiro inimigo para o qual devemos dirigir nossa agressividade não é o outro, mas nosso próprio “eu” egoísta, capaz de destruir a quem se opõe a ele.

É um equívoco acreditar que o mal pode ser detido com o mal e a injustiça com a injustiça. O respeito total ao ser humano, tal como Jesus o entende, está pedindo um esforço constante para suprimir a mútua violência e promover o diálogo e a busca de uma convivência sempre mais justa e fraterna.

Nós cristãos devemos perguntar-nos por que não soubemos extrair do Evangelho todas as consequências da “não violência” de Jesus, e por que não lhe demos o papel central que há de ocupar na vida e na pregação da Igreja.

Não basta denunciar o terrorismo. Não é suficiente assustar-nos e mostrar nossa repulsa cada vez que se atenta contra a vida. Dia a dia temos de construir entre nós uma sociedade diferente, suprimindo pela raiz “o olho por olho e dente por dente”, e cultivando uma atitude reconciliadora difícil, mas possível. As palavras de Jesus nos interpelam e nos sustentam: “amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos perseguem”.

 

Ser perfeito como Deus!

 Pe. Johan Konings

Quem hoje pretendesse querer ser perfeito como Deus granjearia alguns sorrisos irônicos … E, contudo, é o que Jesus ensina no Sermão da Montanha (evangelho). A vocação à perfeição “como Deus” é um tema fundamental para a vida de todo cristão – não só para os santos e beatos.

Na primeira página da Bíblia está que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1,26). Ele quer ver sua imagem em seu povo eleito, Israel: “Sede santos, porque eu, vosso Deus, sou santo” (1ª leitura). Pela aliança, os israelitas “são de Deus”. Ora, Deus não quer envergonhar-se de sua gente. Por isso, quer que sejam irrepreensíveis, e uma das suas exigências é que eles não briguem entre si, não se matem em eternas vinganças etc. Numa palavra: que amem seus “próximos” (= compatriotas) como a si mesmos (Lv 19,18). Ora, ninguém entende como Jesus, o que exige essa pertença a Deus. Deus é o Pai de todos, de bons e maus, e ama a todos como a seus filhos. Então nós, seu povo, devemos também amar a todos, inclusive os inimigos! Assim nos mostraremos semelhantes a Deus e realizaremos a vocação de nossa criação.

O homem moderno (como o de todos os tempos) gosta de ser seu próprio deus. Em vez de querer ser semelhante a Deus, só olha no espelho … Será por isso que existem inimizades tão cruéis em nosso mundo, a violência descarada das bombas atômicas, a violência “limpa” das “guerras cirúrgicas”, a cínica exploração das massas populares? No mundo reina divisão, entre nações, religiões, classes sociais; até na Igreja ricos e pobres vivem separados. Onde existe esse amor ao inimigo que Jesus ensina? Pois bem, exatamente por causa dessas divisões, o amor ao inimigo é indispensável. Se todos estivéssemos perfeitamente de acordo, não precisaríamos desse ensinamento de Jesus! As lutas e divisões que são a matéria da História e que têm reflexos mesmo entre os fiéis não devem excluir o amor à pessoa, ainda que se lute contra sua ideia ou posição. As divergências tornam ainda mais necessário o amor – que consistirá talvez em mostrar ao “inimigo” que ele defende um projeto errado ou injusto …

O ser humano realiza sua vocação de ser semelhante a Deus, quando ama a todos com o amor gratuito de Deus, sem procurar qualquer compensação. Por essa razão, deve empenhar-se de modo especial pelos pobres, estranhos etc. – e também amar os inimigos.

Todas as reflexões foram tiradas do site: franciscanos.org.br

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