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São Domingos Sávio

Ele recebeu os últimos sacramentos e pediu ao padre para ler a oração dos mortos e, no final, sentou-se e disse: “Adeus meu caro padre”. E exclamou!:” Estou vendo coisas maravilhosas”. Logo depois, ele morreu sorrindo tão calmo e feliz, que ninguém duvidou de sua visão do paraíso. Ele recebeu os últimos sacramentos e pediu ao padre para ler a oração dos mortos e, no final, sentou-se e disse: “Adeus meu caro padre”. E exclamou!:” Estou vendo coisas maravilhosas”. Logo depois, ele morreu sorrindo tão calmo e feliz, que ninguém duvidou de sua visão do paraíso. Fonte da imagem: https://franciscanos.org.br/vidacrista/wp-content/uploads/2019/02/0503-domingos-savio.jpg

Domingos nasceu no dia 2 de abril de 1842, na província de Turim, no norte da Itália, em uma família humilde, mas ao mesmo tempo, muito fervorosa. Já desde a mais tenra idade, decidiu imitar fielmente Jesus Cristo, aproximando-se dele tanto quanto podia. Com sete anos de idade, fez a primeira comunhão e, com doze, entrou no Oratório de São João Bosco. Sob a direção pessoal do grande santo salesiano, transformou-se em tabernáculo do Senhor e em modelo e exemplo de amor a Deus e ao próximo. Foi um verdadeiro apóstolo e missionário de Jesus, com a simples presença da sua vida.

Quem o conheceu durante a sua vida disse que não era pequeno de estatura, mas magro, quase frágil. Preferia mais ouvir do que falar. Era humilde e respeitoso diante de todos e tinha a habilidade natural de apaziguar as discussões e as desavenças, que naquela época surgiam quase naturalmente entre os seus companheiros.

Seu único interesse era Deus e o modo como fazer com que os outros concentrassem as suas energias para servi-Lo melhor. Aquilo que lhe faltava  de força física, ele recuperava em excelência moral, em fortaleza de coração e em aceitação da vontade de Deus, qualquer que esta fosse.

A primeira biografia da vida de Domingos foi escrita pelo seu mestre, São João Bosco, e destas páginas nasceram muitas vocações, inclusive a do futuro Papa Bento XVI que, com tanta ternura, admirava a Obra da Infância Missionária.

Domingos tornou-se conhecido como uma pessoa com dons espirituais especiais e que reconhecia a necessidade das pessoas, bem além do percebido pelo padre comum e tinha uma habilidade de profetizar o futuro.

Entretanto, a frágil saúde de Domingos piorou e ele foi enviando para Mondonio para uma mudança de clima. Foi diagnosticado como tendo tuberculose e logo começou a sangrar. Isso apressou sua morte. Ele recebeu os últimos sacramentos e pediu ao padre para ler a oração dos mortos e, no final, sentou-se e disse: “Adeus meu caro padre”. E exclamou!:” Estou vendo coisas maravilhosas”. Logo depois, ele morreu sorrindo tão calmo e feliz, que ninguém duvidou de sua visão do paraíso.

Domingos faleceu com apenas quinze anos de idade, no dia 9 de março de 1857. Sua Santidade o Papa Pio XII canonizou-o no ano de 1954.

A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Eusébio, Virgílio de Arles e João José da Cruz.

Tirado do site: franciscanos.org.br

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