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São Luís Orione

aleceu consumido pelas fadigas apostólicas, com 68 anos de idade, na cidade de Sanremo, na Itália, no dia 12 de março de 1940. aleceu consumido pelas fadigas apostólicas, com 68 anos de idade, na cidade de Sanremo, na Itália, no dia 12 de março de 1940. Fonte da imagem: https://franciscanos.org.br/vidacrista/wp-content/uploads/2019/03/1203-luis-orione.jpg

Fundou a Pequena Obra da Divina Providência, a Congregação dos Padres Orionitas, das Irmãzinhas Missionárias da Caridade, das Irmãs Sacramentinas e dos Eremitas de Santo Alberto (1872-1940)

Luís Orione nasceu no dia 23 de junho de 1872, em Pontecuore, na Itália. Sua família era pobre e honesta, composta por trabalhadores rurais. Sua mãe foi uma sábia e exemplar educadora que lhe serviu como modelo mais tarde. Ao sair da adolescência, aspirava a ser sacerdote. Com o apoio da família, entrou no Oratório Salesiano, em Turim, cujo fundador, João Bosco, ainda vivo, depois venerado pela Igreja, dedicou ao jovem grande estima e lançou no seu coração a semente da futura vocação.

Luís Orione fez o ginásio no Oratório Salesiano, mas concluiu os estudos de Filosofia e Teologia no seminário da sua cidade natal. Em 1892, ainda seminarista, fundou duas escolas para crianças e jovens. Sua ordenação sacerdotal foi em 1895, e desde então se dedicou com ardor à ação pastoral e às obras em favor dos necessitados.

Se São João Bosco foi um exemplo para a educação dos jovens, para as obras de caridade o foi São José Benedito Cottolengo. Incansável, Luís Orione viajou por toda a Itália, várias vezes, pedindo donativos e ajuda material para as suas múltiplas obras de caridade. Ele foi um dócil instrumento nas mãos da Divina Providência, aliviando as necessidades e os sofrimentos humanos.

Em 1908, Luís Orione ajudou a socorrer as numerosas vítimas do terrível terremoto que sacudiu a região da Sicília e da Calábria, na Itália. A pedido do papa Pio X, permaneceu nessa região por três anos. Em 1915, fundou uma congregação religiosa, a Pequena Obra da Divina Providência, para dar atendimento aos pobres, aos trabalhadores humildes, aos doentes, aos necessitados, enfim, aos totalmente esquecidos pela sociedade. Ele também foi o fundador da Congregação dos Padres Orionitas, das Irmãzinhas Missionárias da Caridade, das Irmãs Sacramentinas e dos Eremitas de Santo Alberto, nas duas últimas admitindo inclusive religiosos cegos. Luís Orione plantou bem as sementes, pois logo se tornaram árvores e espalharam raízes por diversos países. As Congregações dos Filhos da Divina Providência e das Irmãs passaram a atuar em vários países da Europa, da América e da Ásia. Possuem milhares de Casas ou Instituições dos mais variados tipos, sobretudo no setor assistencial e educativo. No Brasil, onde estão desde 1914, mantêm várias casas de órfãos, de excepcionais, abrigos para idosos e hospitais. A obra da Divina Providência foi e continua sendo mantida exclusivamente por esmolas e doações.

Faleceu consumido pelas fadigas apostólicas, com 68 anos de idade, na cidade de Sanremo, na Itália, no dia 12 de março de 1940.

O Papa São João Paulo II, em 2004, em Roma, proclamou a canonização do humilde sacerdote Luís Orione, que viveu como um gigante apóstolo da caridade, pai dos pobres, singular benfeitor da humanidade sofredora e aflita.

Texto: Paulinas Internet

Tirado do site: franciscanos.org.br

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