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A palavra do pastor: O silêncio do Sábado Santo

Ó NOITE DE ALEGRIA VERDADEIRA QUE UNE DE NOVO O CÉU E A TERRA INTEIRA! (Proclamação da Páscoa) Ó NOITE DE ALEGRIA VERDADEIRA QUE UNE DE NOVO O CÉU E A TERRA INTEIRA! (Proclamação da Páscoa) Fonte da imagem: Internet

Na meditação de hoje, nosso bispo nos leva a refletirmos sobre "O silêncio do Sábado Santo". Nos mostrará que no dia de hoje ainda devemos guardar o "silencio e luto respeitoso pela morte de Jesus até o momento noturno da Vigília Pascal", que celebraremos logo mais após às 18 horas.

Acompanhemos nosso pastor em mais esse momento de reflexão, oração e silêncio.

 

O silêncio do Sábado Santo

Em muitas de nossas comunidades eclesiais, especialmente nas zonas rurais, o dia seguinte à sexta feira santa é denominado sábado de Aleluia. E foi-nos transmitido pelas pessoas mais antigas que, neste dia, o grito de Aleluia marcava o fim do silêncio vivido durante o dia todo em que celebramos a morte de Jesus, dando espaço para gritos do aleluia, cantos, músicas e até para a tradicional malhação de Judas, representando a morte de Judas Iscariotes aquele que foi o traidor.

Mas a reforma litúrgica promovida pelo Concilio Vaticano II na década dos anos sessenta do século XX devolveu ao sábado santo seu sentido do silêncio como respeito a Jesus morto e nos recordou que o grito do aleluia ficava reservado à celebração da Vigília Pascal, em concreto, no momento da aclamação do Glória. De forma que, neste sábado, devemos guardar silêncio por quanto respeitamos o período de três dias em Cristo Jesus que esteve morto.

A palavra Aleluia tem origem hebraica e aparece por diversas vezes nas Sagradas Escrituras. Está formada por duas palavras: “Halellu” que significa: louvem e as letras iniciais de Yavé. Por tanto significa: Louvem a Deus. Esta expressão foi assumida pelos primeiros cristãos para significar a alegria pelo Ressuscitado e o convite para dar graças a Deus pela vitória sobre a morte, pela ressurreição de Jesus. Assim, o aleluia foi introduzido na liturgia católica, especialmente no tempo pascal, recordando-nos sempre a vitória de Cristo na ressurreição.

Hoje, sábado santo, a Igreja nos pede que continuemos nosso silencio e luto respeitoso pela morte de Jesus até o momento noturno da Vigília Pascal, em que, pelos meios de comunicação social: rádio, TV ou internet, poderemos explodir no grito do Aleluia, nos alegrando pela ressurreição de Jesus, pois a vitória d’Ele significa, também, nossa vitória.

Mas o silêncio não pode ser unicamente uma norma externa, deve, antes de mais nada, surgir como sentimento e expressão de respeito e amor a Deus, reconhecendo seu amor por todos nós expressado na cruz. Por isso, este sábado poderá ser uma ótima oportunidade de crescer na intimidade divina através da oração e da reflexão da Palavra de Deus. Com certeza, na sua casa, você poderá encontrar um espaço para este diálogo com Deus. E se não souber orar de outro jeito, reze o terço ou qualquer oração que você conheça. O sábado santo é tempo de rezar, é tempo de conversar com Deus sobre a nossa própria vida. É ocasião para fazer um balanço de nossa relação com Deus e a sua Igreja.

E não espeça meu irmão, minha irmã, a semana santa é santa quando a graça de Deus nos toca o coração e nos faz mudar de vida, voltando-nos para Deus e abandonando atitudes e práticas que não são de Deus.

Em Cristo Jesus está a nossa vitória!

Dom Jesus

 

Amanhã será a Páscoa de Jesus. O Domingo da Ressurreição. Não deixe de acompanhar a última reflexão de Dom Jesus para esses dias santos.

Por Pascom

Diocese de Bragança do Pará

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