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Cúria Diocesana

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Papa Francisco recorda um ano da tragédia em Brumadinho

Aos fiéis reunidos para a I Romaria da Arquidiocese de Belo Horizonte a Brumadinho, o Papa Francisco pediu orações às vítimas, solidariedade aos familiares e a proteção do meio ambiente. “Neste primeiro aniversário da tragédia de Brumadinho, rezemos pelos 272 irmãos e irmãs que foram soterrados. E lamentamos a contaminação de toda a bacia fluvial. Ofereçamos nossa solidariedade às famílias das vítimas, um apoio à Arquidiocese e a todas as pessoas que estão sofrendo e que necessitam de nossa ajuda. Com a intercessão de São Paulo, que Deus nos ajude a recuperar e proteger a nossa casa comum.” A Arquidiocese, presidida por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organizou a Romaria "pela Ecologia integral" com o intuito de "rezar e refletir, caminhar e celebrar, conscientizar e indignar, cantar e esperar". Milhares de fiéis estão reunidos desde a manhã deste 25 de janeiro (dia da tragédia) para momentos de oração, de conscientização com as comunidades indígenas e um ato em memória das vítimas. Mais de uma vez, o Pontífice mencionou o drama da região, seja em pronunciamentos públicos, seja em momentos privados com autoridades civis e eclesiásticas. O Santo Padre mantém-se constantemente informado também através de seus colaboradores no Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral. Papa recebe o colete dos voluntários Em fevereiro do ano passado, o então presidente da CNBB, Card. Sérgio da Rocha, teve a oportunidade de entregar ao Papa o colete utilizado por voluntários em Brumadinho. A entrega ocorreu à margem do encontro para a proteção dos menores na Igreja. "O Papa expressa a sua solidariedade, a sua oração, acolhendo esta veste com muita atenção. Isto é, o Papa se interessou para saber melhor da própria situação em Brumadinho e expressou sua oração, sua solidariedade. Que este testemunho de atenção do próprio Papa em relação a Brumadinho motive toda a Igreja no Brasil a ter a mesma solidariedade, a querer sempre mais estar unida aos irmãos e irmãs que ali estão, mas também a oferecer a sua contribuição para que situações como ocorreu lá jamais aconteçam novamente no Brasil", disse o cardeal ao Vatican News. Por Vatican News

Coordenador da Pascom comenta mensagem para o 54º Dia Mundial das Comunicações

O coordenador geral da Pastoral da Comunicação (Pascom), Marcus Tullius comentou a mensagem ao 54º Dia Mundial das Comunicações Sociais (DMCS) lançada hoje pelo Papa Francisco, por ocasião da memória de São Francisco de Sales, considerado o padroeiro dos jornalistas na Igreja.  Na mensagem, intitulada “Para que possas contar e fixar na memória” (Ex 10, 2). A vida faz-se história”, o Santo Padre usa, como eixo central, a narração e o papel das boas histórias na vida de cada ser humano. Segundo o coordenador geral da Pascom, a mensagem do Papa Francisco para o 54º Dia Mundial das Comunicações é simples e muito profunda. Ele destaca que o Papa gosta de usar situações do cotidiano para gerar a proximidade e a cultura do encontro. “Foi uma escolha muito feliz em trazer para a reflexão por algo tão próximo a nós que são as histórias. E para nós, comunicadores, é algo inerente à missão: contar histórias. Este talvez seja o primeiro, e mais importante, destaque da mensagem: é preciso tecer histórias e não pode ser uma história qualquer. É preciso contar histórias boas para extirpar a mentira”, disse. Marcus Tullius percebe uma ligação na mensagem deste ano com a mensagem para o 52º DMCS, em 2018, em que o Papa abordou o tema da verdade e das fake news. “Precisamos narrar histórias verdadeiras e boas, para desmascarar a lógica da serpente. Isso implica o compromisso do comunicador, profissional ou agente pastoral, em apurar a informação e transmitir sempre a verdade”, disse. Para o representante da Pascom, contar uma história verdadeira não é só uma obrigação moral, é uma consequência da radicalidade do compromisso com Batismo e do encontro pessoal com a Palavra de Deus. “O Papa aponta na mensagem que ela é a História das histórias, ‘uma grande história de amor entre Deus e a humanidade’. Portanto, somos abraçados por esta história”, destaca. Um outro destaque da mensagem, segundo Marcus Tullius, é a dinâmica da história, que é “tão antiga e sempre nova”, como disse Santo Agostinho. Para ele, as histórias se renovam e também renovam o ser humano. “Aí vejo uma concepção importante usada pelo Papa Francisco, que é a participação. Nós fazemos parte da história, todos participam da história”, finaliza. O Dia Mundial das Comunicações Sociais será celebrado em 24 de maio próximo. Tirado do site da CNBB

Nova beata brasileira: Vaticano informa data da beatificação de Benigna Cardoso da Silva

O bispo diocesano de Crato (CE), dom Gilberto Pastana, anunciou, na última terça-feira, 21, que recebeu a confirmação da data de beatificação de Benigna Cardoso da Silva, a Menina Benigna. No próximo dia 21 de outubro, a catedral de Nossa Senhora da Penha, em Crato, vai receber a celebração que dará à Serva de Deus a marca de primeira beata nascida no Ceará. “Essa data já será marcada no calendário, inclusive litúrgico, como da beatificação da Menina Benigna e Serva de Deus, Benigna Cardoso da Silva”, disse dom Pastana durante programa na rádio Educadora do Cariri. O rito vai contar com a presença de um representante do Papa Francisco, o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Angelo Becciu. A história da Menina BenignaBenigna Cardoso da Silva nasceu em 15 de outubro de 1928, em Santana do Cariri (CE). É considerada “heroína da castidade”, por conta da forma como foi morta, resistindo ao assédio de Raul Alves, um rapaz que a pediu em namoro e, após rejeição, começou a persegui-la até que em 24 de outubro de 1941 tentou surpreendê-la e a atacou com um facão diante da nova negativa. “Ela morreu por uma causa, ela deu a vida por uma causa, explicitamente comprovada. Ela preferiu morrer para não pecar, por isso ela é a ‘heroína da castidade’. Ela é um exemplo de virtude cristã para todos aqueles que querem ser discípulos do Senhor”, comentou dom Gilberto. O anúncio, feito exatamente nove meses antes da beatificação, já dando início às preparações ao rito. Em nível diocesano, já está confirmada para a terceira semana do mês de agosto um período de recordação e testemunho da Serva de Deus. Ao bispo diocesano, segundo as normas da constituição apostólica Divinus Perfectionis Magister, promulgada pelo Papa João Paulo II em 1983, compete o direito de continuar investigando sobre a vida da Serva de Deus e os possíveis milagres para prosseguir com o processo de canonização. “Vamos primeiro celebrar a beatificação e depois começa o processo de canonização. Temos que percorrer todo um caminho que é um pouco diverso do caminho da beatificação”, finalizou Dom Gilberto. Com informações e fotos da diocese de Crato e de Vatican News. Tirado do site da CNBB

O Papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais: respirar a verdade das histórias boas

Foi divulgada, nesta sexta-feira (24/01), memória de São Francisco de Sales, a mensagem do Papa Francisco para o 54° Dia Mundial das Comunicações Sociais intitulada «“Para que possas contar e fixar na memória” (Ex 10, 2). A vida faz-se história». O Dia Mundial das Comunicações Sociais será celebrado em 24 de maio próximo. O Santo Padre dedicou a mensagem deste ano ao tema da narração. Segundo ele, “para não nos perdermos, precisamos respirar a verdade das histórias boas: histórias que edifiquem, e não as que destroem. Histórias que ajudem a reencontrar as raízes e a força para prosseguirmos juntos. Na confusão das vozes e mensagens que nos rodeiam, temos necessidade duma narração humana, que nos fale de nós mesmos e da beleza que nos habita; uma narração que saiba olhar o mundo e os acontecimentos com ternura, conte a nossa participação num tecido vivo, revele o entrançado dos fios pelos quais estamos ligados uns aos outros”.   Tecer histórias Segundo o Papa, “o homem é um ente narrador. As narrativas marcam-nos, plasmam as nossas convicções e comportamentos, podem nos ajudar a compreender e dizer quem somos. O homem não só é o único ser que precisa de vestuário para cobrir a própria vulnerabilidade mas também o único que tem necessidade de narrar-se a si mesmo, «revestir-se» de histórias para guardar a própria vida. O homem é um ente narrador, porque descobre-se e enriquece-se com as tramas dos seus dias. Mas, desde o início, a nossa narração está ameaçada: na história, serpeia o mal”. Nem todas as histórias são boas “Mas, enquanto as histórias utilizadas para proveito próprio ou ao serviço do poder têm vida curta, uma história boa é capaz de transpor os confins do espaço e do tempo: à distância de séculos, permanece atual, porque nutre a vida. Ocorre paciência e discernimento para descobrirmos histórias que nos ajudem a não perder o fio, no meio das inúmeras lacerações de hoje; histórias que tragam à luz a verdade daquilo que somos, mesmo na heroicidade oculta do dia a dia.”   Veja também: Íntegra da mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações.   A História das histórias “A Sagrada Escritura é uma História de histórias. Quantas vicissitudes, povos, pessoas nos apresenta! Desde o início, mostra-nos um Deus que é simultaneamente criador e narrador. Deus, através deste seu narrar, chama à vida as coisas e, no apogeu, cria o homem e a mulher como seus livres interlocutores, geradores de história juntamente com Ele”, ressalta Francisco na mensagem. “Não nascemos perfeitos, mas necessitamos de ser constantemente «tecidos» e «recamados». A vida nos foi dada como convite a continuar a tecer a «maravilha estupenda» que somos. Neste sentido, a Bíblia é a grande história de amor entre Deus e a humanidade. No centro, está Jesus: a sua história leva à perfeição o amor de Deus pelo homem e, ao mesmo tempo, a história de amor do homem por Deus. Assim, o homem será chamado, de geração em geração, a contar e fixar na memória os episódios mais significativos desta História de histórias: os episódios capazes de comunicar o sentido daquilo que aconteceu. Jesus falava de Deus, não com discursos abstratos, mas com  parábolas, breves narrativas tiradas da vida de todos os dias. Aqui a vida se faz história e depois, para o ouvinte, a história se faz vida: tal narração entra na vida de quem a escuta e a transforma.” Uma história que se renova “A história de Cristo não é um patrimônio do passado; é a nossa história, sempre atual. Depois que Deus Se fez história, toda a história humana é, de certo modo, história divina. Cada história humana tem uma dignidade incancelável. Por isso, a humanidade merece narrações que estejam à sua altura, àquela altura vertiginosa e fascinante a que Jesus a elevou. Cada um de nós conhece várias histórias que perfumam de Evangelho: testemunham o Amor que transforma a vida. Estas histórias pedem para ser partilhadas, contadas, feitas viver em todos os tempos, com todas as linguagens, por todos os meios.” Uma história que nos renova O Papa concluiu a mensagem, frisando que “em cada grande história, entra em jogo a nossa história. Ao mesmo tempo que lemos a Escritura, as histórias dos Santos e outros textos que souberam ler a alma do homem e trazer à luz a sua beleza, o Espírito Santo fica livre para escrever no nosso coração, renovando em nós a memória daquilo que somos aos olhos de Deus. Quando fazemos memória do amor que nos criou e salvou, quando colocamos amor nas nossas histórias diárias, quando tecemos de misericórdia as tramas dos nossos dias, nesse momento estamos mudando de página. Já não ficamos atados a lamentos e tristezas, ligados a uma memória doente que nos aprisiona o coração, mas, abrindo-nos aos outros, abrimo-nos à própria visão do Narrador. Com o olhar do Narrador, o único que tem o ponto de vista final, aproximamo-nos depois dos protagonistas, dos nossos irmãos e irmãs, atores juntamente conosco da história de hoje. Sim, porque ninguém é mero figurante no palco do mundo; a história de cada um está aberta a possibilidades de mudança. Confiemo-nos a uma Mulher que teceu a humanidade de Deus no seio e, diz o Evangelho, teceu tudo o que Lhe acontecia. A Virgem Maria tudo guardou, meditando-o no seu coração. Peçamos-lhe ajuda a Ela, que soube desatar os nós da vida com a força suave do amor.” Por Vatican News

Audiência Geral com o Papa: “me senti tão próximo à Igreja como nunca”, diz seminarista

As bandeiras do Brasil povoaram vários ângulos da Sala Paulo VI durante a Audiência Geral desta quarta-feira (22). Entre os vários grupos de brasileiros estava uma pequena delegação da cidade de Cambira, no Paraná. A empresária Dayane Corsini, pela segunda vez em Roma para ver o Papa, deu seu testemunho: “A emoção é muito grande de poder estar perto do Papa. Só tenho a agradecer a Deus por essa oportunidade. Eu fico sempre emocionada por estar aqui... Se todas às vezes que eu vier a Roma, puder vier à audiência, eu virei para vê-lo.” A hospitalidade ecumênica Os grupos de fiéis participam, inclusive, para ouvir as catequeses do Papa. Nesta quarta-feira, em especial, Francisco deu destaque ao tema da hospitalidade da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos que termina no próximo sábado, dia 25. No Brasil é celebrada entre a Ascensão e Pentecostes. O Papa afirmou que a hospitalidade é uma virtude ecumênica e o testemunho de uma “humanidade rara”, já que é manifestada por gestos de carinho que são o “amor de Deus em atos concretos de bondade”: “A hospitalidade ecumênica exige disposição para ouvir os outros, prestando atenção em suas histórias pessoais de fé e na história de sua comunidade, comunidade de fé com outra tradição diferente da nossa.” Perto da Igreja como nunca O seminarista brasileiro de 18 anos, Bruno de Lima Marezi, de Cambira, Paraná, também participou da Audiência Geral desta manhã com o Papa, testemunhando as palavras sobre a hospitalidade. Ele está no primeiro ano de Filosofia do Seminário Maior São João Maria Vianney, de Apucarana/PR. Um momento inesquecível para Bruno que viu o Papa pela primeira vez e conseguiu tocar no Pontífice: “O Sumo Pontífice é o maior símbolo de unidade com a Igreja. Então, ele não representa só uma pessoa, mas ele representa o corpo místico de Cristo e a união com ele. Eu pude me sentir tão próximo como jamais me senti de toda a Igreja, de toda a minha religiosidade. Um momento que vou guardar no coração para que eu possa levar para o meu futuro sacerdócio.” Bruno (terceiro rapaz da esq. à direita) foi à Audiência Geral com amigos de Cambira   Por Andressa Collet Em Vatican News  

Nomeações do Papa Francisco para o Brasil

Nomeações para o Brasil: o Papa Francisco aceitou a renúncia ao governo pastoral da diocese de São Luís de Montes Belos (GO) apresentada por Dom Carmelo Scampa. O bispo nomeado é o Padre Lindomar Rocha Mota, do clero da Arquidiocese de Diamantina (MG), até então pároco de Santo Antônio em Curvelo (MG). Lindomar Rocha Mota nasceu em 20 de novembro de 1971 em Arataca, diocese de Itabuna (BA). Estudou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais de Belo Horizonte e Teologia no Ateneu Regina Apostolorum de Roma. Já no Pontifício Instituto Teresianum de Roma obteve a Licenciatura em Espiritualidade e fez o Doutorado em Filosofia na Pontifícia Universidade Gregoriana. Na Universidade de Coimbra, em Portugal, fez um pós-Doutorado em Democracias e Direitos Humanos, Em julho de 1998 foi ordenado sacerdote para a Arquidiocese de Diamantina, na qual desempenhou inúmeros cargos, entre os quais reitor de Seminário, vigário paroquial e pároco. Também foi assessor da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e professor na PUC de Belo Horizonte. No momento, é pároco de Santo Antônio em Curvelo (desde 2019), diretor da Faculdade Arquidiocesana de Curvelo (desde 2012) e Professor no Seminário Maior de Diamantina e na Pontifícia Universidade Católica de Belo Horizonte. Rio de Janeiro O Papa aceitou ainda a renúncia ao governo pastoral da diocese de Nova Friburgo (RJ) apresentada por Dom Edney Gouvêa Mattoso e nomeou Administrador Apostólico sede vacante da mesma diocese Dom Paulo Antônio De Conto, bispo emérito de Montenegro (RS). Por Vatican News

Davos: Papa recorda a "responsabilidade moral" de cuidar da casa comum

Manter alta a responsabilidade moral em buscar o desenvolvimento integral desta e das futuras gerações: estes são os votos que o Papa Francisco fez aos participantes que, a partir de hoje, se reúnem em Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial. A mensagem é endereçada ao diretor-executivo da instituição, Klaus Schwab, ao qual o Pontífice agradece o convite para participar desta 50ª edição do Fórum. A Santa Sé será representada pelo prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, Card. Peter Turkson. Colonização ideológica Nestes anos de trabalho, escreve o Papa, o Fórum procurou meios para reforçar a vontade política e a mútua colaboração para vencer o isolacionismo, o individualismo e a colonização ideológica, que ainda caracteriza o debate contemporâneo. Também o tema principal deste ano – a sustentabilidade – indica a necessidade de um maior empenho em todos os níveis para enfrentar as questões sobre as quais a humanidade se confronta. Nas últimas cinco décadas, analisa o Pontífice, muitas políticas promoveram benefícios à humanidade; outras, tiveram efeitos negativos e criaram lacunas importantes no desenvolvimento. Única família humana A consideração que jamais se deve perder de vista, recorda, é que “somos todos membros de uma única família humana”, portanto, temos o dever moral de cuidar uns dos outros. No centro da política pública, deve estar a pessoa, e não a busca pelo poder ou pelo lucro. Este dever moral é imprescindível na busca de soluções équas aos desafios atuais, que devem ir além de visões utilitaristas a curto prazo. Ver os outros para alcançar um fim, escreve o Papa, significa promover a injustiça; espezinhar a dignidade de outra pessoa equivale a diminuir o seu valor. Renovar a ética Francisco cita a sua Carta Encíclica Laudato si’, em que adverte para a importância de uma “ecologia integral”, que leve em consideração as implicações da complexidade e da interconexão da casa comum. A ecologia integral exige uma dimensão ética renovada, que envolva também o setor econômico. O Papa então faz os seus votos de que os participantes deste e dos Fóruns futuros mantenham alta a responsabilidade moral que cada um de nós tem em buscar o desenvolvimento integral de todos os irmãos e irmãs, inclusive os das futuras gerações. “Que as deliberações levem a um crescimento da solidariedade, especialmente para com os mais necessitados, que vivem a injustiça social e econômica e cuja própria existência está até mesmo ameaçada”, conclui Francisco, invocando a benção do “Deus da sabedoria”. O Fórum Econômico Mundial reúne cerca de três mil participantes de 120 países, entre os quais 53 chefes de estado e de governo. Até o dia 24, 350 palestras e workshops debaterão sobretudo o desafio da sustentabilidade e da coesão social. Por Vatican News

Chuvas no sul do Espírito Santo: arquidiocese de Vitória mobiliza paróquias para arrecadar doações

As fortes chuvas que atingiram a região sul do estado do Espírito Santo fizeram despertar iniciativas solidárias das paróquias da região e também da arquidiocese de Vitória (ES). Vários pontos de arrecadação de doações foram montados e uma conta bancária foi disponibilizada para receber recursos que vão ajudar as famílias atingidas nos municípios de Iconha, Vargem Alta, Anchieta e Rio Novo do Sul e Alfredo Chaves. De acordo com informações da Defesa Civil, são 415 pessoas desabrigadas ou desalojadas e seis mortes confirmadas. Buscas por desaparecidos também ocorrem na região. A arquidiocese de Vitória reforçou o pedido de ajuda material e espiritual, além do pedido pessoal do arcebispo metropolitano, dom Dario Campos, para que se coloquem como pontos de arrecadação de doações para os atingidos pelas chuvas. “Doações estão sendo recebidas em algumas paróquias e a Mitra Arquidiocesana, na Cidade Alta, também será um ponto de arrecadação a partir de segunda-feira”, segundo padre Moraes, pároco da  paróquia Imaculada Conceição, em Alfredo Chaves. “A situação é muito difícil e toda ajuda será bem-vinda”, diz comunicado da arquidiocese capixaba. “Muitas famílias perderam tudo que tinham, especialmente as mais carentes precisam de muita ajuda. Estamos precisando de mantimentos, água potável, material de limpeza, eletrodoméstico, roupas de cama e também para vestir, móveis, colchões…, enfim”, disse o padre, que ainda ressaltou a importância de todos estarem em oração e que ofertem “seu calor humano para as vítimas das chuvas”. Uma conta bancária foi disponibilizada para doações em dinheiro: Fundo Solidário – Chuvas no sul do Espírito Santo Banco BanestesAgência 149Conta Poupança 22.196.109CNPJ 27.071.950/0016-40 Titular: Paróquia Santo Antônio de Pádua Mais informações no site da arquidiocese de Vitória. Tirado do site da CNBB

Papa: não me canso de condenar toda forma de antissemitismo

O último compromisso oficial na manhã de segunda-feira (20/01) do Papa Francisco foi a audiência aos membros da delegação do Centro “Simon Wiesenthal”, que combate em todo o mundo todas as formas de antissemitismo, racismo e ódio contra as minorias. Esta instituição há anos mantém contatos com a Santa Sé, com o desejo comum, reforçou o Pontífice, de “tornar o mundo um lugar melhor no respeito da dignidade  humana, uma dignidade que cabe a cada um em igual medida independentemente da origem, da religião e do status social”. Fazer silêncio para fazer memória De modo especial, o Centro contribui para manter viva a memória do Holocausto. Daqui uma semana, no dia 27, recordam-se os 75 anos da libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau – campo que o Pontífice visitou em 2016. Ali, Francisco fez uma oração silenciosa e em seu discurso desta manhã falou da dificuldade que sentimos hoje em parar e fazer silêncio para ouvir o grito da humanidade sofredora. “O consumismo hodierno é também verbal: quantas palavras inúteis, quanto tempo perdido em contestar e acusar, quantas ofensas gritadas, sem cuidar daquilo que se diz. O silêncio, ao invés, ajudar a preservar a memória. Se perdemos a memória, anulamos o futuro.” Para Francisco, o aniversário da indizível crueldade que a humanidade descobriu 75 anos atrás deve ser um chamado a fazer silêncio e fazer memória. “É necessário para não nos tornar indiferentes.” Aumento do antissemitismo O Papa declarou-se preocupado com o aumento, em várias partes do mundo, de uma “indiferença egoísta”, que prepara terrenos férteis a “particularismos e populismos”. “Sobre estes terrenos, o ódio cresce rápido”, afirmou o Pontífice, definindo como “recrudescências bárbaras” recentes episódios de antissemitismo. “Não me canso de condenar firmemente toda forma de antissemitismo”, disse Francisco, reiterando que para combater estes sentimentos é necessário um esforço de integração, pesquisa e compreensão do outro. O Santo Padre citou ainda a Declaração Nostra aetate, sobre o patrimônio espiritual comum de judeus e cristãos, que deve ser sempre mais colocado a serviço de todos. “Sinto que, hoje em especial, somos chamados justamente nós, por primeiros, a este serviço: não a tomar as distâncias e excluir, mas a fazermo-nos próximos e incluir. Se não o fizermos nós, quem o fará? Também nós devemos nos recordar do passado e tomar a peito as condições de quem sofre: somente assim cultivaremos o terreno da fraternidade.” O Pontífice concluiu seu discurso agradecendo e encorajando o trabalho do Centro em defesa dos mais fracos. “Que o Altíssimo nos ajude a nos respeitar e a tornar a terra um lugar melhor, semeando paz. Shalom!”. Por Vatican News

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EVANGELIZAR, a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como igreja discípula, missionária e profética, alimentada pela Eucaristia e orientada pela animação bíblica, promovendo a catequese de inspiração catecumenal, a setorização e a juventude, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (cf. Jo 10,10), rumo ao reino definitivo.

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