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Audiência: Não há terra mais bela a conquistar do que o coração dos outros

O Papa Francisco se reuniu com milhares de fiéis e peregrinos na Sala Paulo VI para a Audiência Geral da quarta-feira (19/02). A sua catequese foi dedicada à terceira das oito bem-aventuranças: “Bem-aventurados os mansos, porque receberão a terra em herança”. Francisco explicou o significado da palavra “manso”, que é literalmente “doce, gentil, sem violência”. A mansidão se manifesta nos momentos de conflito, de come se reage numa situação hostil, e não nos momentos de tranquilidade. Jesus nos deu o maior exemplo de mansidão quando, pregado na Cruz, perdoou seus algozes. “A mansidão de Jesus se vê fortemente na Paixão”, disse o Papa. Mansidão e posses Nas Escrituras, a palavra “manso” indica também aquele que não tem propriedades terrenas, por isso a terceira bem-aventurança fala que os mansos receberão a terra em herança. Isso pode parecer incompatível, mas a posse de terras é o âmbito típico do conflito: se combate com frequência por um território, para obter a hegemonia sobre um lugar. Nas guerras, o mais forte prevalece e conquista outras terras. Mas a bem-aventurança fala de “herança”, que nas Escrituras tem um sentido ainda mais profundo. O Povo de Deus chama “herança” justamente a terra de Israel, que é a Terra Prometida. Aquela terra é uma promessa e um dom para o povo de Deus e se torna sinal de algo muito maior e mais profundo do que um simples território. “Há uma 'terra' - permitam-me o jogo de palavras - que é o Céu, isto é, a terra para a qual caminhamos.” Herdar o mais sublime dos territórios Então o manso é quem “herda” o mais sublime dos territórios. Ser manso não é ser covarde, pelo contrário, é o discípulo de Cristo que aprendeu bem a defender outra terra. "Ele defende a Sua paz,  a sua relação com Deus e os seus dons, protegendo a misericórdia, a fraternidade, a confiança e a esperança. Porque as pessoas mansas são pessoas misericordiosas, fraternas, confiantes e pessoas com esperança." Francisco mencionou o pecado da ira e todas as coisas que destruímos quando se manifesta: perde-se o controle e não se avalia o que é realmente importante, e se pode arruinar a relação com um irmão, às vezes sem remédio. “Por causa da ira, muitos irmãos não se falam mais, se afastam. É o contrário da mansidão. A mansidão reúne. A ira separa.” A mansidão, ao invés, conquista tantas coisas. A “terra” a conquistar é a salvação daquele irmão de que fala o mesmo Evangelho de Mateus: "Se te ouvir, ganhaste a teu irmão": “Não há terra mais bela do que o coração dos outros. Pensemos nisso: Não há terra mais bela do que o coração dos outros. Não há território mais belo a conquistar do que a paz restabelecida com um irmão. Esta é a terra a ser herdada com a mansidão!”   Veja também: Ouça a reportagem completa com a voz do Papa Francisco Por Bianca Fraccalvieri Em Vatican News

ARQUIDIOCESE DE BELÉM REALIZA COLETIVA DE IMPRENSA SOBRE A EXORTAÇÃO APOSTÓLICA “QUERIDA AMAZÔNIA”

Na manhã da última sexta-feira, 14 de fevereiro, a Arquidiocese de Belém realizou coletiva de imprensa sobre a exortação apostólica “Querida Amazônia”, produzida a partir do Sínodo para Amazônia, que ocorreu em outubro de 2019, e divulgada na última quarta-feira, 12 de fevereiro. Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo metropolitano de Belém e vice-presidente da CNBB Norte 2; Monsenhor Raimundo Possidônio da Mata, vigário geral da Arquidiocese de Belém e o cônego Sílvio Trindade, vigário episcopal para coordenação de Pastoral, estiveram presentes e receberam a imprensa para discorrer sobre a exortação apostólica pós-sinodal. Na ocasião, o Arcebispo de Belém e membro do Conselho Pós-Sinodal apresentou suas considerações acerca da exortação “Querida Amazônia”. Para ele, o documento é um gesto extraordinário e um verdadeiro hino e poema de amor a região amazônica destinado a todos que ali vivem, como diz o Papa Francisco: “eu quero chegar aos últimos e as raízes da Amazônia”. Dom Alberto ainda lembra que este chamado corresponde de maneira integral a escolha da Igreja em servir os últimos. A exortação está dividida em tópicos. O Arcebispo destaca que 50 % do documento se refere ao que o Santo Padre chama de “sonho eclesial”, que indica o desejo dele para a Igreja na Amazônia. A primeira parte se refere a toda humanidade e às pessoas de boa vontade e, a segunda, ao à Igreja. Dom Alberto explicita que no decorrer da leitura da exortação se observa a enumeração dos chamados sonhos do Papa Francisco a partir de vários aspectos da Amazônia: sonho social, cultural, ecológico e eclesial. O primeiro descreve que a luta social implica um espírito de fraternidade e da comunhão entre todos, além de inspiração pela luta dos mais pobres, dos povos nativos chamados pelo Papa de “os últimos”. De acordo com o Vigário Geral é um levantamento, “um diagnóstico que ele faz da nossa realidade”. O sonho cultural se refere a preservação cultural mantendo uma harmonia entre as diferentes formas de cultura presentes na realidade local. Para Monsenhor Raimundo Possidônio este sonho é uma tentativa para compreender a cultura: “é uma tentativa de entender a cultura nas suas expressões de vida, o sentido da existência, dimensão religiosa e sobretudo a sabedoria que vem desses povos, aprender a lidar com essa realidade diversa e não podemos absolutamente desvalorizar, abandonar o povo a sua sorte”. Já o sonho ecológico está diretamente relacionado à proteção da beleza natural e ao meio ambiente, que inclui o cuidado com as pessoas, com o ambiente, com a revalorização da sabedoria dos povos que possuem o conhecimento para lidar com a Amazônia sem destruir em todos os níveis. E por último o sonho eclesial, onde o Santo Padre faz referência as comunidades cristãs encarnadas na Amazônia e que compõem a identidade da realidade de Igreja local.“A Igreja é chamada a caminhar com os povos da Amazônia, mas para tornar possível esta encarnação da Igreja e do evangelho, deve ressoar incessantemente o grande anúncio missionário”, explica Monsenhor Cid sobre este último sonho. A partir da exortação apostólica, vários passos serão seguidos para fortalecer a evangelização na Amazônia, como explica o dom Alberto:  “A primeira coisa é conhecê-lo e entender cada um dos seus pontos. No nosso caso, na arquidiocese, nós vamos entender isso aqui dentro do ambiente chamado Sínodo Arquidiocesano, que como o sínodo dos bispos pediu que nós realizássemos esse espírito de sinodalidade. Então o que nós vamos fazer? Trabalhar para realizar o sonho social, ambiental, o sonho cultural e o sonho eclesial”. A evangelização na região amazônia enfrenta diferentes desafios ao longo dos 400 anos de presença local. E dom Alberto ressalta alguns e as possíveis soluções para possibilitar a realização do sonho eclesial citado pelo Santo Padre no documento. “O principal desafio para nós é o da missão. Então é um sonho eclesial de levar o querigma, levar a boa nova de Jesus a todos os lugares e a todos as pessoas. Então nós queremos criar essas condições de missão, formar sacerdotes, formar leigos. O Papa dedica um texto longo a respeito do laicato, a responsabilidade dos cristãos leigos para o nosso mundo e para a evangelização, isso pra mim é importantíssimo. Que nós tenhamos esse sentido de missão, esse sentido de anúncio da palavra de Deus para que ninguém fique sem ouvir o nome de Jesus Cristo, então esse é o desafio, agora é claro, nós temos desafios sociais”, explicita o arcebispo. Quando se olha mais atentamente para a Arquidiocese de Belém também é possível identificar desafios diferentes na evangelização. “Para nós, aqui em Belém, um grande desafio é justamente a situação urbana, nós temos as periferias, nós temos o crescimento muito grande da cidade, temos a necessidade de áreas missionárias, áreas de criação de paróquia, e temos os desafios sociais que são imensos. Pensemos, por exemplo, só na violência. Então nós temos que enfrentar esses desafios colaborando com a sociedade civil compartilhando, colaborando também com os governos, sendo capazes de ser vozes em nome do nosso povo diante das autoridades governativas justamente para que busquemos as melhores soluções, especialmente, para esses problemas sociais dos quais não somos os primeiros responsáveis, mas somos co-responsáveis porque fazemos parte da sociedade”, finaliza dom Alberto. Outro ponto de destaque na Exortação é a convivência ecumênica e a inter-religiosa, localizada no último capítulo. O Vigário Geral também apresentou suas considerações acerca deste tópico e explicou que a Igreja Católica já realizou grandes avanços neste âmbito. “Quando o Papa diz que a Amazônia é um poliedro, ele não tá só falando da diversidade cultural que existe, mas também de diversidade religiosa, porque a gente pensa que quando fala em religião é só no cristianismo e nas suas diversas expressões, mas aqui tem expressões muito diversas de expressões religiosas do mundo indígena, do afro e outras mais. Então o diálogo ecumênico é fundamental para o que o Papa quer na Amazônia. Se a gente não consegue um diálogo através da questão cultual, litúrgica ou doutrinal, a gente pode consegui em vista da casa comum”, encerra Monsenhor Raimundo da Mata. A Exortação Apostólica encerra com uma oração pela Amazônia, que sintetiza vários pontos citados no documento. Leia a seguir a Oração na íntegra: Mãe da vida,no vosso seio materno formou-Se Jesus,que é o Senhor de tudo o que existe.Ressuscitado, Ele transformou-Vos com a sua luze fez-Vos Rainha de toda a criação.Por isso Vos pedimos que reineis, Maria,no coração palpitante da Amazônia. Mostrai-Vos como mãe de todas as criaturas,na beleza das flores, dos rios,do grande rio que a atravessae de tudo o que vibra nas suas florestas.Protegei, com o vosso carinho, aquela explosão de beleza. Pedi a Jesus que derrame todo o seu amornos homens e mulheres que moram lá,para que saibam admirá-la e cuidar dela. Fazei nascer vosso Filho nos seus coraçõespara que Ele brilhe na Amazônia,nos seus povos e nas suas culturas,com a luz da sua Palavra, com o conforto do seu amor,com a sua mensagem de fraternidade e justiça. Que, em cada Eucaristia,se eleve também tanta maravilhapara a glória do Pai. Mãe, olhai para os pobres da Amazônia,porque o seu lar está a ser destruídopor interesses mesquinhos.Quanta dor e quanta miséria,quanto abandono e quanto atropelonesta terra bendita,transbordante de vida! Tocai a sensibilidade dos poderososporque, apesar de sentirmos que já é tarde,Vós nos chamais a salvaro que ainda vive. Mãe do coração trespassado,que sofreis nos vossos filhos ultrajadose na natureza ferida,reinai Vós na Amazôniajuntamente com vosso Filho. Reinai, de modo que ninguém mais se sinta donoda obra de Deus.Em Vós confiamos, Mãe da vida!Não nos abandoneisnesta hora escura. Amém. Leia na íntegra o documento aqui. De Fundação Nazaré de Comunicação Tirado do site da CNBB N2

Curso Saúde integral: Plantas medicinais, fitoterápicos e terapias integrativas.

A Rede Bragantina de Economia Solidária, entidades parceiras, colaboradoras, voluntárias e 41 lideranças de 15 municípios, atuantes em comunidades rurais, no âmbito da saúde familiar e comunitária, foram protagonistas do curso Saúde integral: Plantas medicinais, fitoterápicos e terapias integrativas. Nos dias 12, 13, 14 e 15, participantes do curso interagiram com as facilitadoras e terapeutas, suas experiencias, saberes, cuidado e dedicação e compromisso coletivo com o Bem Viver, no trato com plantas medicinais e valorização dos saberes ancestrais. As facilitadoras do curso trabalharam com bastante ênfase sobre a importância da valorização da nossa querida Amazônia. E com este enfoque, usamos plantas da rica socioagrobiodiversidade como base para manipulação de fitoterápicos: xarope, tintura, extrato, sabonete. Assim construímos em todos os momentos do curso, a mística, a espiritualidade, a sessões terapêuticas, que nos ajudou a compreender e interligar saberes e conhecimento científico, para cuidar da saúde integral.  Recorremos a contribuição da Agroecologia, associando a dimensão produtiva para cuidar da segurança alimentar, com uma agricultura diversificada. Criando alternativas de mercado para comercialização local, direto com os consumidores, e em Rede nos centros urbanos. Essas e outras inciativas, são estratégias de autonomia para agricultura familiar, gerando trabalho e renda nos municípios, e a organização social em Rede com movimentos e pastorais sociais, para o exercício da cidadania ativa, em nível municipal, estadual e federal. Como encaminhamentos desse evento, as propostas orientadoras do planejamento de trabalho em 2020, visam o fortalecimento de iniciativas coletivas, que serão organizadas e desenvolvidas por cada grupo participante. No sábado dia 15, foi realizada a Feira de Economia Solidária.  Um momento gratificante de partilha com os moradores da cidade do município de Santa Luzia. Compreendemos que estamos interligados e em sintonia com o Papa Francisco, pois vivenciamos e incentivamos a cultura de Paz e respeito – não violência e abuso – caminhando em Rede por uma economia centrada na pessoa, no cuidado com a natureza, com a valorização dos saberes ancestrais. Por ECRAMA e Rede Bragantina de Economia Solidária

Sagra Fest 2020

No Sábado dia 15 de fevereiro, a Paróquia Sagrado Coração de Jesus em Bragança-PA, realizou uma edição especial do Sagra Fest (Um carnaval diferente). Esta edição especial (15ª Edição), foi organizada pela Pastoral da Juventude, Catequese, ECC e Pastoral Familiar, motivados pelo Vigário Paroquial Pe. José de Arimatéia. O Evento contou com a participação da juventude paroquial, de inúmeras famílias, de colaboradores / patrocinadores, e de visitantes de outras paróquias. A concentração foi na Capela de São Miguel Arcanjo, no Bairro Alto Paraiso, de lá saíram todos em arrastão pelas ruas da Paróquia com animação em trio, até chegar a Matriz. No estacionamento Paroquial a animação ficou por conta do Grupo Kerigma, da Paróquia São Miguel Arcanjo da cidade de Augusto Correia-PA. Desta forma a nossa Paróquia se alegra em estar junto aos jovens de modo especial, mas se alegre muito mais por este momento se transformar em um momento de Evangelização da Juventude e dos paroquianos em geral. Sagra Fest (História de nossa Paróquia)O Sagra Fest, foi um evento de grande participação dos paroquianos de nossa Paróquia e das Paróquias de Bragança durante 14 anos. Este estilo de carnaval religioso, surgiu na Paróquia no ano de 2001, período em que o Pe. Antônio Ronaldo Alves Nunes era o pároco e na época foi organizado pela Pastoral da Juventude, o evento contou com 14 edições de 2001 a 2014. Este ano a Pastoral da Juventude, a Catequese, o ECC e a Pastoral Familiar, motivados pelo Vigário Paroquial Pe. José de Arimatéia realizaram a 15ª edição deste grande evento, 6 anos após a última edição Informações: Fabrício B. Castro – Secretário Paroquial Fotos dos participantes.

CNBB lança site e aplicativo para celular das Campanhas para facilitar consulta a materiais

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou o novo site das Campanhas da Evangelização e Fraternidade. A página simplifica a consulta dos usuários, uma vez que as pesquisas dos materiais podem ser realizadas por Campanhas. Outra novidade é que o site agora pode ser acessado através de aparelhos mobile, permitindo que o usuário possa acessar/baixar os materiais utilizando celulares ou tablets.  Foto ilustrativa do site oficial das Campanhas Além disso, o novo site dá acesso a uma cronologia detalhada sobre as edições das Campanhas já realizadas, permitindo ao usuário consultar informações detalhadas sobre cada uma delas e ter acesso aos cartazes e acervo de hinos. Na página também é possível conferir as últimas notícias sobre as formações realizadas nos regionais da CNBB. Estão disponíveis vídeos e materiais das Campanhas para download.  Para assegurar o acesso aos materiais e tendo em vista o lançamento oficial da Campanha da Fraternidade, na próxima quarta-feira, dia 26, uma outra alternativa foi pensada: um aplicativo (App) da CF. Inicialmente, o app poderá ser baixado gratuitamente na loja da Play Store. Posteriormente, será disponibilizado na App Store.   No Aplicativo o usuário poderá enviar uma imagem, um vídeo ou um texto diretamente da plataforma. A proposta é proporcionar a participação dos usuários com relação à Campanha da Fraternidade. Lá também é possível acompanhar as notícias das formações realizadas nos regionais da CNBB e baixar os materiais da Campanha, tais como cartazes, hinos e vídeos.   Conheça o site: https://campanhas.cnbb.org.br/ Tirado do site da CNBB

São Gabino

Natural da Dalmácia, atual Bósnia, Gabino pertenceu a uma família da nobreza romana cristã, radicada naquele território. Na idade adulta, foi viver em Roma com a intenção de se aproximar da Igreja, mesmo sabendo dos sérios riscos que correria. Nesta cidade, tornou-se senador e se casou. Com a morte da esposa, Gabino decidiu ser padre. Transformou sua casa numa igreja, consagrou a jovem filha Suzana, à Cristo, e a educou com a ajuda do irmão Caio, que já era sacerdote. Juntos, eles exerciam o apostolado em paz, convertendo pagãos, ministrando a comunhão e executando a santa missa, enfim fortificando a Igreja neste período de trégua das perseguições. Segundo os registros encontrados, Gabino e os familiares, eram aparentados do imperador Diocleciano. Assim, quando o soberano desejou ter a filha de Gabino como nora, não conseguiu. Enviou até mesmo um emissário para convencer a jovem, que não cedeu, decidida a se manter fiel à Cristo, sendo apoiada pelo pai e o tio Caio, que fora eleito papa, em 283. O imperador ficou mais irritado do que já estava, devido as tensões que circundavam o Império Romano em crescente decadência. Decretou a perseguição mais severa registrada na História do Cristianismo, apontado como causador de todos os males. O parentesco com o soberano de nada serviu, pois o final foi trágico para todos. Quando começou esta perseguição, verificamos pelos registros encontrados que o padre Gabino, não mediu esforços para consolar e amparar os cristãos escondidos. Enfrentou com serenidade o perigo, andando quilômetros e quilômetros a pé, indo de casa em casa, de templo em templo, animando e preparando, os fiéis para o terrível sacrifício que os aguardava. Montanhas, vales, rios, florestas, nada o impedia nesta caminhada para animar os aflitos. Foram várias as missas rezadas por ele em catacumbas ou cavernas secretas, onde ministrava a comunhão aos que seriam martirizados. Finalmente foi preso, junto com a filha, que também foi sacrificada. Gabino foi torturado, julgado e como não renegou a fé, foi condenado à morte por decapitação. Antes da execução, o mantiveram preso numa minúscula cela sem luz, onde passou fome, sede e frio, durante seis meses, quando foi degolado em 19 de fevereiro de 296, em Roma. Ele não foi um simples padre, mas sim, um marco da fé e um símbolo do cristianismo. No século V, sua antiga casa, que havia sido uma igreja secreta, tornou-se uma grande basílica. Em 738, o seu culto foi confirmado durante a cerimônia de traslado das relíquias de São Gabino, para a cripta do altar principal desta basílica, onde repousam ao lado das de sua santa filha. No século XV, a basílica foi inteiramente reformada pelo grande artista e arquiteto Bernini, sendo considerada atualmente uma das mais belas existentes na cidade do Vaticano. A sua festa litúrgica ocorre no dia de sua morte. Na imagem, martírio de São Gabino, de Baldassarre Croce. A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Conrado de Piacenza, Álvaro de Córdova e Gabino. Tirado do site: franciscanos.org.br

Mais de 80 mil homens são esperados na Romaria do Terço dos Homens 2020, em Aparecida (SP)

O Santuário Nacional de Aparecida (SP) recebeu, de 14 a 16 de fevereiro, a Romaria Nacional o Terço dos Homens.  Estavam sendo esperados mais de 80 mil homens de todo o Brasil.  O evento foi acompanhado pelo arcebispo de Juiz de Fora (MG), dom Gil Antônio Moreira, nomeado pelo arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, como bispo referencial do movimento. “Quero agradecer a dom Walmor que me enviou a carta de confirmação como bispo referencial do movimento Terço dos Homens em nome da CNBB. É com muita alegria que continuo esse trabalho de apoio e de incentivo à oração do terço em família rezado pelos os homens do Brasil”, relata o bispo. Com o tema ‘Terço dos Homens: Fonte de todas as graças!’e o lema‘Confiantes como Maria’, os grupos tiveram três dias de programação no Santuário Nacional. A temática queria enaltecer o papel de Maria como intercessora e medianeira junto de seu Filho Jesus. Foto: Thiago Leoon/A12.com Segundo dom Gil, o Terço dos Homens, um movimento de iniciativa do laicato, é um exemplo de fé e devoção. “A oração do terço é a contemplação de Cristo aos olhos e ao pulsar do coração de Maria. Por isso, esse movimento cresce a cada dia porque de um jeito popular e simples, mas certamente muito profundo, esse movimento tem mais de um milhão de homens rezando o terço em todo o território nacional”. A cada ano, a Romaria tem crescido e se tornado referência no Brasil. “Esse é um grande movimento de evangelização porque é uma maneira de contemplar aquilo que a Sagrada Escritura nos diz a respeito do Salvador: Jesus verbo encarnado do Pai”. A missa de abertura da Romaria foi às 20h desta sexta-feira, 14 de fevereiro,  na Basílica Nacional, e em seguida uma procissão luminosa pela passarela até a Basílica velha onde ocorreu uma adoração até a meia noite. Já no sábado, a missa solene foi às 7h30, transmitida por todo o sistema de comunicação de Aparecida. Para saber mais da programação clique aqui. Tirado do site da CNBB

Angelus: ser escravo das paixões leva à guerra. A Lei de Deus é liberdade

Sob um sol quase primaveril, o Papa Francisco rezou o Angelus com milhares de fiéis e peregrinos na Praça São Pedro. Em sua alocução, comentou o Evangelho deste VI Domingo do Tempo Comum (Mt 5,17-37), extraído do “sermão da montanha” e que toca o argumento da aplicação da Lei.   Veja também: Ouça a reportagem completa com a voz do Papa Francisco   Francisco explicou que a intenção de Jesus é ajudar os seus ouvintes a ter uma abordagem justa com as prescrições dos mandamentos dados a Moisés. Trata-se de viver a Lei como um instrumento de liberdade, que nos ajuda a não sermos escravos das paixões e do pecado. “Pensemos nas guerras, em suas consequências, pensemos naquela menina que morreu de frio na Síria outro dia. Tantas calamidades, tantas. Isso é fruto das paixões e as pessoas que fazem a guerra não sabem dominar as próprias paixões. Falta obedecer à Lei.” Quando se cede às tentações e às paixões, acrescentou, não se é senhor e protagonista da própria vida, mas se torna incapaz de administrá-la com vontade e responsabilidade. Obediência formal e obediência substancial O sermão de Jesus, prosseguiu o Papa, é estruturado em quatro antíteses, expressas com a fórmula «Ouvistes o que foi dito... porém vos digo». Essas antíteses fazem referência a situações da vida cotidiana: o homicídio, o adultério, o divórcio, os juramentos. Jesus não abole as prescrições que dizem respeito a essas problemáticas, mas explica o seu significado mais profundo e indica o espírito com o qual observá-las. Ele encoraja a passar de uma obediência formal da Lei a uma obediência substancial, acolher a Lei no coração, que é o centro das intenções, das decisões, das palavras e dos gestos de cada um de nós. “Do coração partem as ações boas e aquelas más”, recordou Francisco. A língua mata Acolhendo a Lei de Deus no coração, se compreende que, quando não se ama o próximo, se mata de algum modo a si mesmo e aos outros, porque o ódio, a rivalidade e a divisão matam a caridade fraterna, que está na base das relações interpessoais. "Vale o que disse antes sobre as guerras e também das fofocas, porque a língua mata." Acolhendo a Lei de Deus no coração, se compreende que os desejos devem ser guiados, porque nem tudo o que se deseja é possível obter, e não é bom ceder a sentimentos egoístas e possessivos.       Progredir no caminho do amor Todavia, acrescentou o Papa, Jesus está consciente de que não é fácil viver os mandamentos deste modo assim tão profundo. Por isso, nos oferece o socorro do seu amor: Ele veio ao mundo não só para realizar a Lei, mas também para nos doar a sua Graça, de modo que possamos fazer a vontade de Deus, amando Ele e os irmãos. “Podemos fazer tudo com a Graça de Deus. A santidade nada mais é que custodiar esta gratuidade que Deus nos deu, esta Graça.” Trata-se de se entregar e confiar Nele, acolhendo a mão que Ele nos estende constantemente. Jesus hoje nos pede para progredir no caminho do amor que Ele nos indicou e que parte do coração. Este é o caminho a seguir para viver como cristãos. “Que a Virgem Maria nos ajude a seguir o caminho traçado pelo seu Filho, para alcançar a verdadeira alegria e difundir em todo o mundo a justiça e a paz.”  Por Bianca Fraccalvieri Em Vatican Neus

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EVANGELIZAR, a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como igreja discípula, missionária e profética, alimentada pela Eucaristia e orientada pela animação bíblica, promovendo a catequese de inspiração catecumenal, a setorização e a juventude, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida (cf. Jo 10,10), rumo ao reino definitivo.

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